sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Teoria da rotatividade

Como mudar de ano não é sinónimo de um milagre no tempo, muda-se de calendário e dá-se seguimento à vida sem que esta sofra qualquer modificação (leia-se voltar tudo aos sítios correctos). Prossegue-se com tudo o que foi interrompido pelos festejos de fim de ano. Prolonga-se o sofrimento ou prorroga-se o dito por mais 12 meses e permanece tudo no mesmo estado. Se bem que nos últimos meses do ano apercebi-me que a vida pode mudar de um momentos para o outro... Mas não será uma passagem de ano que modificará o estado actual dela...
Planos nunca funcionaram comigo e agora com um pequenino em casa muito menos! Devido ao estado febril do pitukinho acabei por chegar a casa às 00:20h na dita noite mais comprida do ano. Acabei por não o deixar com a avó e ficar com ele em casa. Sabia que ele iria dormir toda a noite e que estaria muito bem vigiado, mas também sabia que não me iria divertir nada sabendo-o doentito. É claro que o rapazola a caminho de casa animou, tanto que estívémos ambos na galhofa até às 03h (também porque se tocava música russo-ucraniana no ap. do lado, o que tornava o factor dormir um tanto ou quanto missão impossível).
Tudo isto, e mais algumas coisas, confirmam a minha teoria da rotatividade.
O ano é outro, mas vemos que tudo continua e continuará, pelo menos, igual. Com a excepção de que este ano não haverá Lisboa-Dakar (mas lá está... devido à rotatividade dos islamitas...!)
But... It's A Brand New Year With A Brand New Hope!