sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ser feliz!

(pensando em vós, Cristina e Isabel)
Por vezes, a vida tem caminhos estranhos, tortuosos e difíceis para nos levar até a momentos de extrema felicidade. Porque felicidade absoluta não existe. Existem sim, momentos extasiantes de felicidade, momentos felizes, momentos agradáveis e todo um percurso para chegar até aquele estado de espírito feliz, alegre, repleto de emoções e sensações diversas, a que chamamos felicidade. Percurso esse, que por vezes pode ser mais ou menos “acidentado”. O segredo para atingir muitos momentos felizes, elevados ou não a um pretérito, é saber administrar e negociar com a vida. A felicidade é directamente proporcional à capacidade que temos de gostar de nós. Com o tempo mudamos nossos valores, gostos e aprendemos a encarar as coisas de outra forma. Porque a vida assim o ensina. Porque “tudo acontece por uma razão”, ainda que só saibamos o motivo pelas quais aconteceram no futuro.
Uma coisa é certa e a vida já me ensinou: a busca pela aprovação dos outros é um obstáculo que impede as pessoas de atingir a felicidade. O segredo é ficar surdo para o que vem de fora e aprender a ouvir o que vem de dentro!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Wegue, wegue!!

O Modelo lançou, pelo terceiro ano consecutiva, a campanha de Natal «Causa Maior» com a sua embaixadora Popota.
Cá em casa estamos rendidos! Assim que ouvimos o som dos Buraka Som Sistema, eu e o pituko quase que nos atropelamos ao correr para a frente da tv para ver a diva Popota a dançar.

E pronto! É o Natal! Wegue, wegue!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

es·tu·pi·di·fi·can·te

Adjectivo. Feminino. Singular. Não, foi plural!
Para ser sincera não sei se são as considerações que fizeram ao Decreto-Lei que são estupidificantes, ou se é a pessoa que as tem à frente e não as sabe aplicar a cada situação...!
Eu acredito que não existe nada de completamente errado no mundo. Até mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia!
Mas bolas! Às vezes aparece-me à frente (ou do outro lado do telefone) pessoas de mente tacanha e horizontes de meio metro que mais hipótese não me deixam se não ir subindo a hierarquia até chegar a alguém que saiba entender a língua Portuguesa e não apenas lê-la. Isto é coisa que, por norma, detesto fazer.
E o stressada que fico quando tenho que me valer da razão...