segunda-feira, 28 de março de 2011

Vade-retro virolândia!!

Que a anestesia geral afecta o sistema imunitário, já eu sabia. O que eu não esperava é que o meu sistema imunitário tivesse sido reduzido consideravelmente!

A minha primeira linha de defesa contra vírus, bactérias e afins foi de tal ordem afectada que há mais de 3 semanas que padeço de algum mal!
Primeiro foi a zona. Agora que a dita me aliviou em dores nem comichão, apanhei uma gripe como não tinha há anos!
Entre tosse, rouquidão, dor de garganta, congestão nasal, fadiga, diarréia e espirros nem eu sei dizer qual me aflige mais...
:(
Eu, que sempre fui saudável, o mais que tive foram umas dores de cabeça e constipações...
Sugestões para reforçar o meu sistema imunológico...?

terça-feira, 22 de março de 2011

Good Times

O mês de fevereiro foi muito movimentado: recebemos amigos para jantar cá em casa, fomos jantar a casa de amigos, "raptámos" amigos a meio da semana para um jantar bem regado, fui jantar fora com amigas, baptizámos a nossa sobrinha, mas principalmente, passámos, sempre rodeados de pessoas a quem queremos bem, bons momentos em família!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Laparoscopia - a exploração desnecessária...

Faz hoje doze dias que dei entrada no HDF para fazer a laparoscopia.
Fui submetida a uma anestesia geral, a uma algália, a uma semana de dores e ainda ando com a barriga cheia de ar... para nada!
Supostamente, tinha, no ovário esquerdo, um tumor, formado por resíduos fetais e tecidos embrionários, que, segundo os relatórios dos exames, seria um teratoma dermóide, que é um dos tumores mais comuns do ovário durante a idade reprodutiva da mulher e um exemplo de teratoma benigno.
No entanto, logo depois de acordar dão-me a notícia: não foi retirado nada - nem o ovário, nem tampouco o quisto. Simplesmente porque ele não estava lá!
A médica disse preferir não estraçalhar o ovário à procura de algo que, porventura, poderia nem estar lá, uma vez que o mesmo se lhe afigurava normal, tanto no tamanho, como na textura.
Entendo a posição da médica. Se o ovário mede normalmente 5cm e se o tumor tem 4,5cm é impossivel não se ver.
O que eu não entendo é como é que é possível falsos positivos em duas ecografias bidimensionais, uma tridimensional e uma TAC com contraste.
Sei que ambos os métodos são dependentes da experiência do examinador que fará o relatório. Será possível que 4 médicos, em alturas diferentes, tenham efectuado um relatório errado? Ou será mesmo possível obter 4 falsos positivos consecutivos em exames diferentes??
As ecografias são, hoje, um dado adquirido para médicos e pacientes. Mas também falham. Espero eu... porque o contrário significa que terei que ser sujeita a tudo isto outra vez...